Com o tempo, percebi que ele se julgava demais. Essa insegurança, às vezes, o impedia de viver experiências plenas, de confiar nas pessoas.
Recordo quando veio me conhecer pessoalmente: estava nervoso, curioso e um pouco receoso de descobrir quem era a mulher por trás das palavras. E eu, como sempre, o recebi com alegria. Alegria por vê-lo, por tê-lo ali, e por poder oferecer a ele um espaço leve, sem julgamentos.
Sempre tentei mostrar, com o olhar e com gestos, que ele não precisava se esconder do mundo, nem de si mesmo. Aos meus olhos, ele sempre foi especial. Com o tempo, se tornou mais leve, solto e confiante.
Eu entendi que minha missão ali era simples: fazê-lo se sentir querido, desejado, inteiro.
Dessa conexão nasceu uma amizade sincera que permanece até hoje. Ele é dono de um sorriso encantador, de conversas gostosas e — não posso deixar de dizer — de uma das cuecas mais irresistíveis que já vi.
Hoje, querido diário, escrevo com o coração cheio de lembranças boas, de gratidão, afeto e saudade.
Dias atrás, recebi uma resposta dele sobre uma citação minha por aqui. A conversa rendeu — e como rendeu! Foi cheia de provocações e promessas silenciosas. Naquele dia, não marcamos nada, mas bastou para ele não sair mais da minha cabeça.
Alguns dias depois, veio o convite:
— “Qual sua disponibilidade para amanhã?” Respondi com meu horário. Ele disse: — “Vamos para o motel?” E eu, sem hesitar: — “Vamos, sim…”
Combinamos tudo. Como um verdadeiro cavalheiro, ele ainda me deixou escolher o motel, mas, no fim, acabei topando a sugestão dele — e que ótima escolha!
No horário combinado, ele já estava me esperando. Atrasada alguns minutinhos, desci direto. Entrei no carro um pouco nervosa — não costumo ir de carona com cliente — e acho que ele percebeu. Subiu o vidro, calmo e respeitoso (detalhe: ele é solteiro e um verdadeiro partidão, meninas, anotem isso!).
Falei brincando:
— “Podemos ir pela pista?” Ele riu: — “Está com medo de ser vista comigo?” — “Não é isso, é que… sou casada, né? Estar no carro de outro homem pega meio mal se alguém vê.”
Rimos juntos, e a química já estava vibrando no ar.
Durante o caminho, a conversa foi leve, divertida e cheia de faíscas. Até ali, tudo já era muito gostoso.
Ao chegarmos, ele pediu uma suíte com hidro. A recepcionista apresentou as opções, e ele, com aquele jeitinho atencioso, perguntou:
— “Qual você prefere?”
Adoro quando o homem sente prazer em agradar!
Escolhi, entramos no quarto e ele logo tirou os sapatos, me puxando para os beijos e abraços. Enquanto ele enchia a banheira, fui trocar minha roupinha comportada por um baby doll vermelho que levei especialmente para ele.
Me aproximei enquanto ele testava a água, ajoelhei e comecei a beijar seu corpo branquinho — a pele dele parecia leite, deliciosa de tocar.
Mas o quarto estava congelando! O ar-condicionado gelava demais. Tentamos desligar, mas o tablet não funcionava. Ligamos na recepção, e a atendente disse que poderíamos trocar de quarto. Ele topou.
Coloquei apenas a calça e o sapato e, enquanto esperávamos a nova chave, olhei para ele e perguntei com um sorriso no rosto:
— “Posso te chupar enquanto isso?”
(Risos e clima de provocação) Fui direto ao ponto enquanto esperávamos a nova chave. Depois de um tempo:
— “Será que ela não deixou a chave no outro quarto?”, perguntei.
Ele ligou lá e… sim! Rimos muito e fomos para o novo quarto.
Lá, ele ligou novamente a banheira. Falei:
— “Acho que preciso de um banho…”
Liguei aquela ducha maravilhosa e deixei a água quente escorrer pelo meu corpo. Ele se despiu e veio se molhar comigo. O corpo dele era delicioso — natural, definido, pele macia, barba perfeita e aquele cabelo que dava vontade de puxar. Enquanto a água nos envolvia, ele sussurrou no meu ouvido:
— “Essa era uma das coisas que eu mais queria fazer com você.”

(Grande sintonia e carinho sob a água)
Entramos juntos na banheira. Joguei sais de banho sobre ele e subi em seu colo. Corpos colados, sussurros, beijos, mãos passeando com vontade.
— “Vamos brincar um pouco na cama?”, sugeri.
Na outra parte do quarto, a música tocava — nem lembro o que era. Coloquei um travesseiro e pedi para ele se deitar, com o quadril mais alto. Fiquei ali, provocando, chupando. Quando ele pediu para transar, coloquei a camisinha.
Ele se encaixou por trás de mim, e eu senti seu membro deslizar enquanto rebolava, indo e vindo.
Mudamos de posição, rindo e trocando carícias, até que o calor entre nós se tornou quase explosivo.
Fomos para o papai e mamãe. Que prazer sentir ele dentro de mim! O espelho no teto me dando a visão perfeita: minhas costas, bunda, pernas, e aquele homem me penetrando fundo e dizendo safadezas no meu ouvido.
Segurei seu cabelo, beijei seu rosto e ele respondeu com beijos. Eu rebolava, ele me possuía com gosto.
Sussurrei:
— “Vamos transar no sofá…”
Não deu tempo.
Ele gozou! Encheu a camisinha com um jato quente e gostoso.




