Esse cliente é babado!
Esses dias acabou a energia no bairro, e bem nessa hora o cliente já estava lá embaixo, só esperando a autorização pra subir. Ouvi o ar-condicionado desligar e todas as luzes se apagarem. Meu pensamento foi: Ferrou! (Provavelmente tudo desligou, inclusive o elevador.)
Olhei para o hall e realmente: nada funcionando.
Disse pra ele que podia subir, mas que teria que ser de escada. (Confesso que minhas esperanças de ele vir até mim reduziram pra quase zero.) Mesmo assim avisei — e, pra minha surpresa, ele disse que subiria. Pra quem não sabe, moro num andar bem alto… seria cansativo, mas o gato malhado representou e subiu rapidinho!
Chegou suando, e nossos risos sobre ele ter subido tomaram conta do espaço. A gente ria, e eu dizia:
— Prometo que você pode ficar sentadinho e eu faço todo o trabalho!
Fizemos piada, as gargalhadas rolavam soltas. Cardio pago!
Falei:
— Senta lá que te levo uma aguinha.
Ele tomou em pé mesmo.
(Isso foi só uma das pequenas peripécias que já nos aconteceram rsrs.)
Pra você entender o motivo do “babado”, deixa eu descrevê-lo: alto, moreno, careca, barba, sorriso bonito, corpo malhado, forte, grande… pensa num homem bonito! Babado fortíssimo!
Roupas: camisa polo que, no corpo dele, fica justinha e realça ainda mais o físico cuidadíssimo. Calça jeans colada. Um espetáculo.
Além de goxxxxtoso, o melhor ainda estava por vir.
Naquele dia, era algo por volta das 7 e pouquinho da manhã, e no meu número pessoal recebo uma mensagem. Quando acordei e olhei, achei estranho — sabe aquele pensamento: “Ué, o que será que aconteceu?” rsrs.
A pergunta dele era:
— Agora de manhã você não atende, né?
Olhei de novo. Era uma pergunta? Uma afirmação? Ou uma provocação disfarçada? rsrs.
Conversamos um pouco e mandei:
— Pode ser às 10h30?
Esses dias ele já tinha me confidenciado que tinha muito tesão em transar de manhã… lembrei na hora!
Ele respondeu:
— Pode ser!
No horário combinado, lá estava ele: barba feita, cabelo raspadinho, roupa de trabalho alinhada… bonito demais, menina!
E eu, de manhã, toda manhosa, querendo dengo (na verdade, dengo e pau mesmo rsrs).
Ele entra olhando pra mim e diz:
— Acabou de acordar, né?
— Simmm! — respondi, com a carinha de sono.
Tava com um vestidinho leve azul, uma calcinha fio preta por baixo, cabelo solto, macio e cheiroso.
Não tem como controlar o desejo de tocar esse homem… é algo que me puxa, me deixa descontrolada só de chegar perto.
Bem ali na porta, ele me beija. E que boca! Sabe aquele beijo que casa? Língua, boca, ritmo, tudo encaixa.
Me lembrei de um programa da MTV que eu assistia quando era novinha — Beija Sapo. Eu era pequena, mas adorava ver aqueles beijos demorados, molhados, que pareciam mais do que um beijo de tão gostosos.
Com ele é assim.
Imagina essa boca na minha, essas mãos grandes passeando pelo meu corpo, o vestidinho fino, e ele roçando o pau em mim pela frente… aquele roça-roça no corredor, em frente à porta da cozinha, uma coisa quente e intensa.
Viro de bunda pra ele, e o roça-roça continua, agora nas minhas costas, sentindo o pau dele duro por baixo da calça.
Provoco, rebolo, seguro no pescoço dele. Ele puxa meu queixo de lado e me tasca um beijão, o braço em volta da minha barriga, me segurando forte.
(É, meus amigos… essa casadinha precisa de autocontrole nessas horas. E não é fácil, viu? rsrs hotttttt!)
Nesse encontro, a preliminar e as provocações foram longas e deliciosamente demoradas.
De frente para a porta da cozinha, comigo daquele jeito ali, encostada na parede do corredor, ele tasca a mão na maçaneta da cozinha para abrir a porta. (Surpresa! Estava trancada! rsrs) A gente sempre brinca em todo canto da casa, mas como era cedo, não tive tempo de arrumar tudo do jeito que queria. E conhecendo ele, sei que qualquer lugar é lugar. Uma mulher prevenida vale por duas, né? rsrs
Ele dá risada, e então vamos para a mesa de jantar. Me coloca na cadeira, inclinada, de bunda pra ele. Só vejo de relance quando ele se abaixa e me lambe. (Senhor! Que delícia de boca maravilhosa.)
Ele me lambe muitooooo, em cima, embaixo, com a língua lá dentro. Beija, morde, suga, bate… e eu fico ali, aproveitando, gemendo baixinho por estar perto da porta, mas com vontade de segurar a cabeça dele e esfregar minha buceta melada toda na carinha dele, gemendo bem alto.
Ele tira toda a roupa. Eu tiro a sandália — e, parando pra pensar, nem lembro em que momento tirei meu vestido. Ele me puxa e me coloca em seu colo, de pé. Seguro firme em seu tronco e começo a esfregar minha buceta toda babada nele. Dou uns pulinhos, esfrego, nossas bocas se encontram em beijos quentes.
Em seu colo, ele me leva direto pro quarto (às vezes nem chegamos lá rsrs). Sussurro: “Ebaaa, ar-condicionado hoje!” Vou agarradinha nele, segurando firme. Ele me coloca bem na ponta da cama, fica de pé e se inclina sobre mim. Estou com as pernas abertas, e ele, no meio delas, roça em mim, me deixando maluca, enquanto beija minha boca.
Nesse momento, ele comanda as provocações, e eu — que não sou boba — só deixo rolar. Toco seu corpo, o peitoral, a barriga, as costas, o trapézio, a lombar, a bunda… aperto, puxo, passo as pontas dos dedos, num tesão maluco, recebendo seus beijos e sentindo sua boca descendo pros meus peitos. O pau dele deixa minha buceta escorrendo de tão molhada que está.
As brincadeiras continuam intensas. Fico gemendo no ouvido dele, apertando seu rosto contra meu pescoço e sussurrando o quanto ele é gostoso. Subimos os dois na cama — fico de quatro, ele de joelhos bem à minha frente — e começo a lamber seu pau até engolir ele todo dentro da minha boca.
Babo no seu cacete, punheto junto com a boca, ele segura meu cabelo e move minha cabeça conforme a velocidade que quer. Às vezes, só na cabecinha; outras, engolindo tudo até engasgar e babar nele inteiro, deixando bem molhadinho.
Depois, ele se deita sobre mim novamente e começa mais provocações — beijos lentos, safadezas ao pé do ouvido, gemidos, nossos corpos suando, se movendo pra atiçar ainda mais o outro. Minhas mãos grudam nele, sua boca desce em direção à minha ppk, beija, lambe gostoso… e logo eu começo um oral bem babado e gostoso também.
Fico ali um bom tempo, até que ele pede pra fazer um meia-nove. Que delícia! Coloco minha ppk bem na boquinha dele e, com as mãos, faço movimentos até engolir seu pau duro. Ficamos nos chupando até que saio do pau dele, e ele me segura pela cintura, me coloca por cima.
Aí que as brincadeiras de esfrega-esfrega ficam ainda mais gostosas. Me acabo de tanto esfregar nele. Sinto minha buceta tão, mas tão melada, que deixa ele completamente enxarcado.

Nos beijamos, provocamos, entre gemidos e frases bem safadinhas.
Deito de costas sobre ele, rebolando, e me inclino de ladinho… que delícia! É quase um crossfit kkkkk. Sei que, em algum momento, colocamos a camisinha. Vou em cima dele e aviso:
— Só vou sair daqui depois que eu gozar!
Estou montada nele, ele segura minha cintura, dá a volta com os braços e pede:
— Então goza pra mim! Goza gostoso pra mim!
— Gozo, amor! — respondo.
Fico ali, rebolando, me movendo pra frente e pra trás, sentindo o pau dele entrando cada vez mais fundo, beijando sua boca e tocando minha siririca com a mão. Sinto que vou explodir e falo:
— Vou gozar gostoso, vou gozar!
Meu corpo começa a se mover mais rápido, mais intenso. Os gemidos aumentam, os olhos quase viram. Me tremo toda ali, em cima daquele pau preto gostoso, gemendo e gozando, deixando ele ainda mais ensopado. (Que molezinha boa…)
Continuo com o pau dele dentro de mim, ele segura meu rosto, me beija, e eu fico mexendo, rebolando bem devagarinho, aproveitando o momento… até que ele começa a me foder — forte, gostoso, com tudo até o talo — até esporrar todo dentro de mim, gemendo e me segurando pela cintura com força.




