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Café passado, coração aberto.
Senta e vem prosear comigo ✨

Hello, meu povoooo! Garotos e garotas do meu Brasil.

Esse não é só um blog. É um espaço onde eu posso ser eu, errar, aprender, falar demais, rir, reclamar e dividir tudo com vocês — sem censura e sem limite de caracteres.

Eu, desde quando comecei com essa história de blog… rapaaaaz, não tinha noção da dedicação e do estudo que exige pra fazer algo minimamente decente. Gente, é muito difícil! Acho que essa é a primeira vez que me sinto um pouco mais realizada com tudo, como está ficando. Eu juro que muitas vezes desanimei, pensei “vou deixar isso pra lá”, duvidei das minhas capacidades, chorei de nervoso, me senti uma burra, fiquei noites e madrugadas sem dormir… e, quando eu fazia alguma coisa, tudo simplesmente sumia.

Meus parabéns pra quem trabalha com isso e com tecnologia. Quem só vê tudo bonitinho não tem noção do trabalho e da quebra de cuca, principalmente para leigos como eu. Foram muitas e muitas horas de aulas e tutoriais para estar aqui hoje. Ufaaaaaa! Quem lembra do primeiro modelo? Kkkkkkk foi fofo, né?

Durante esse percurso, eu sempre estava estilizando, tentando fazer algo que me agradasse e, óbvio, que fosse legal pra vocês lerem também. Agora, por um bom período, vou manter assim — até que algo me incomode de novo kkkkkk.

Pelo menos vou ter tempo agora pra voltar a escrever e compartilhar minhas coisas com vocês em paz. Obrigada pelos conselhos sobre como fazer ou deixar no modo cru mesmo. Eu quis aprender sobre cada container… eu que fiz tudinhooo kkkkkk, tô amando!

Essa parte sempre vai ser atualizada com fofocas do meu dia a dia, pensamentos, sentimentos, curiosidades e leiguices da vida que eu sempre adoro comentar, perguntar e dividir com vocês.

Espero, do fundo do meu coração, que tenham gostado.

Beijos da Flá. 💋

Bommm dia, segunda feira sua linda.

Antes de começar as fofocas da semana, um recadinho: agora nossa página de fofocas vai ser sempre atualizada aqui em cima. Tava rolando a página pelo celular e já tem tanta fofoca que ficar descendo até o final é chato demais rsrsrs. Então vou atualizar sempre aqui no começo pra facilitar.

Que todos tenham uma semana maravilhosa, incrível e cheia de momentos deliciosos.

Um grande beijo dessa safadinha. 😉

 

Estarei por aqui mais um mês até resolver minhas coisas 💙
pra minha alegria, hehe.

Fazer e trabalhar no que se gosta é um privilégio. No meu caso, é muito bom, rsrs.

Recebi a visita do nosso amigo do primeiro comentário. No texto dele, escreve de um jeito que, assim que li, já saquei quem era — com o passar dos anos, o jeito e a forma como a pessoa se comunica cria uma ligação bem específica. Adoro conhecer meus amigos.

E falando em visitas… semana recheada de gostosos.

Quando o mel é bom, a abelha sempre volta, né? (Diz a música.) Que cliente gostoso — acho que ele entendeu minha referência ao mel. Que brincadeira gostosa, lambi os beiços e tudo mais que pude.

E em ritmo de cliente que é um negão gostoso daqueles, esse aqui também é um tesão de homem. Da última vez que veio, foi um misto de namoradinho com uma pegada mais selvagem. Esse homem, que também diz ter 50 anos, que corpo, que delícia, ai ai, moreno (me convidou pra dançar um xote). Calor!

O meu “vizinho” gostoso também apareceu. Ele se autointitula “putão”, e pelo que ele me conta, realmente já saiu com muitas meninas. O safado é gostoso e muito bom de cama. Que delícia.

Temmmmm +

E como vocês perceberam, falar é muito bommmmm, é tão legal a interação com vocês, seja pelo meu WhatsApp, pessoalmente ou até aqui no blog. Assumo que ficar sumida foi mais uma questão de correria da vida. Todo dia tenho momentos especiais, escrevendo ou não.
Acho que o calor está chegando e estou ficando cada dia com mais tesão, tô afim de curtir muitooo tudo isso até o final.
Beijos e até daqui a pouco.

 

 
 
 
 

Estas últimas semanas têm sido as mais loucas da minha vida, e quando digo isso, garanto que não é no mau sentido!
Pelas minhas conversas recentes, choveram perguntas:
— Se eu estava grávida;
— Se era marketing;
— Se eu ia viajar;
— Se eu ia mudar de cidade;
…e tantas outras que nem consigo me lembrar de todas.
A resposta para quase todas foi a mesma: não. (Exceto a da cidade, claro!)
Nesse período, continuei encontrando meus queridos e especiais clientes. Reencontrei alguns que tinha parado de atender, revi pessoas da época em que tudo começou e recebi rostos novos. Infelizmente, não consegui conciliar horários com alguns que eu estava morrendo de vontade de ver.
Tenho sentido tanto prazer, revivido tantos momentos marcantes, que percebi: já passou da hora de ablar.
Em alguns encontros, precisei segurar as lágrimas para não chorar na despedida. Afinal, não estou falando apenas da safadeza ou do prazer, mas do ser humano. Certas pessoas vão fazer uma falta enorme na minha rotina.
Essa decisão não nasceu de uma hora para outra.. Quem me acompanha mais de perto já me ouvia falar e desabafar sobre isso há algum tempo. Mesmo assim, quando finalmente bati o martelo, lembro de ter ficado uma semana meio anestesiada.
Em uma dessas noites, conversando com o meu marido, disse a ele que sentia ter cumprido a minha missão nesse trabalho da melhor forma que podia. Que tinha dado tudo de mim — muitas vezes até mais do que imaginava conseguir, física e emocionalmente. Mas, meu coração e minha alma estavam em paz. Eu tinha feito tudo o que podia.
As lágrimas começaram a cair pelo meu rosto até eu parecer uma criança soluçando. A ideia de não ver mais certas pessoas me apertava o peito.
— E meus amigos? Eu nunca mais vou ver? — perguntei, desesperada.
Ele, com toda a paciência do mundo, respondeu:
— Não, amor. É a mesma coisa de quando você se desliga de um trabalho normal.
Aí é que eu chorei mais ainda! Soluçava dizendo:
— Amor, eu fiz o que eu pude…
E ele, me acolhendo:
— Você fez mais do que isso, amor.
Deitei no colo dele e chorei muito. Achei até que não conseguiria dormir, mas o cansaço e o alívio bateram à minha porta no meio das lágrimas.
Depois daquela noite, prometi a mim mesma: cada encontro restante seria o melhor, o mais gostoso e o mais especial de todos. Hoje, recebendo tantas mensagens de carinho, sinto que as pessoas receberam todo o meu bem-querer da forma mais linda possível.
Se vocês tiverem só mais um pouquinho de paciência comigo, prometo que vou terminar de contar a história da festa lá no blog e abrir ainda mais o meu coração por aqui com vocês! 😉✨

Bastidores

A verdade por trás do prazer

“Eu realmente me conectava com os meus clientes. Da minha parte, tudo sempre foi verdadeiro.”
Depois de compartilhar tantas histórias e encontros marcantes ao longo deste livro, quero abrir as portas de um espaço mais íntimo: a minha mente. Quero levar você para o meu making of — para aquele pedaço da jornada que só eu conheço de verdade, revelando o que eu sentia e o que pensava enquanto os corpos se fundiam.
Nessa profissão, temos a oportunidade de conhecer muita gente. E quando digo muita gente, é muita gente mesmo. Todo dia, vários clientes entravam e saíam do meu espaço. Aparentemente, todos tinham um objetivo em comum: o prazer. E era exatamente através desse prazer que nós nos uníamos.

— ♥ —

A força da audácia
Mas, para que eu pudesse viver todas essas experiências da forma como vivi, houve uma caminhada longa até chegar ali.
Além de amar o meu trabalho, desde o primeiro dia eu carregava sonhos grandes para realizar. Nesse minuto, você pode até pensar que eu era audaciosa. E eu concordo com essa palavra: audácia define exatamente o meu sentimento.
Quando comecei — e vocês já sabem como era a minha situação no Capítulo 1 —, mesmo com todas as barreiras e os desafios que a vida me impunha, havia um pensamento latente dentro de mim: eu queria muito mudar a minha vida. Queria transformar as minhas condições para poder proporcionar o melhor para as pessoas que me escolhiam e me acolhiam. Eu sempre sonhei em ter um lugar digno para receber bem os meus clientes; um espaço onde eles se sentissem bem, confortáveis, confiantes e seguros.
Afinal, o meu trabalho sempre foi pautado no sigilo absoluto. Eu nunca invadi o espaço deles; eles é que me procuravam, nós tínhamos a nossa troca e, na grande maioria das vezes, eu adorava. Por isso, sentia no coração que, como forma de agradecimento, eu precisava entregar o meu melhor.
Me machucava lembrar que, lá no começo, eu tinha apenas um colchão no chão e nem sequer um ventilador. Doía lembrar de quando tive que me sujeitar a trabalhar em um apartamento com mais três meninas, onde os lençóis não eram trocados e a toalha era a mesma para todos os clientes daquele dia, com camisinhas vindas do posto de saúde. Como vocês acompanharam na minha escrita mais acima, eu me sentia revoltada com aquela situação.
Mas como tudo o que a gente inicia não é simples nem fácil, eu trabalhei muito. Me dediquei. E terminar este ano de atendimentos em um lugar que considero verdadeiramente digno de receber vocês é a minha maior vitória. Se este livro estiver sendo lido por você agora, em 2026, saiba que tenho um orgulho imenso de mim. Várias e várias vezes deitei a minha cabeça no travesseiro e sonhei acordada. Sempre foi muito gratificante toda a troca que recebi de vocês, e eu coloquei como meta que tudo o que estivesse ao meu alcance para melhorar a experiência de todos, eu faria.

Mas, junto com as conquistas, vieram mudanças que eu jamais imaginei viver.

— ♥ —

Despedidas e recomeços

Vi que pelo caminho algumas pessoas ficaram para trás — inclusive pessoas em quem eu confiava. Lá no início, algumas apareciam esporadicamente. Mas quando viram as minhas primeiras mudanças, elas me viraram as costas. Chegaram a dizer na minha cara que eu não “precisava” mais delas, que a minha vida tinha mudado muito. Sem entender o motivo daquela desordem de personagens que, até então, eram importantes para mim, fiquei triste. Afinal, sem que elas soubessem, elas também eram o motivo da minha busca por mudança.
Quando retornei para a região perto do shopping, comecei em um lugar bem simples, muito humilde. Assim que tive a primeira oportunidade, mudei para um lugar melhor, e logo em seguida para outro. E aqui estou: em um espaço gostoso, tranquilo, onde posso me sentar, me doar, dar e receber prazer de tanta gente bacana. Com conforto, dedicação e toda a minha atenção voltada para os desejos e necessidades de cada um, vou realizando os sonhos daquela menina lá do começo.
Sobre as perdas? Bom, tive que aprender a lidar com elas. Tive que me despedir. E me despedi com gratidão pelo caminho que percorremos juntos e pelo momento em que os nossos dias se cruzaram. Me abri para o novo, e foram justamente essas mudanças que me trouxeram a inspiração para escrever este livro para vocês. E, claro, muita gente deliciosa permaneceu por aqui. Quando estamos juntos, eu sempre tento demonstrar o meu carinho, dar a minha atenção e me doar por inteira… é bom demais.

E, se eu consegui atravessar tudo isso sem desistir, foi porque nunca caminhei sozinha.

— ♥ —

A parceria nos bastidores

Quando algo muito legal ou muito triste acontecia comigo, eu adorava compartilhar com o meu marido. Ele sempre conversou muito comigo, me ouviu com atenção e me corrigiu quando eu estava errando. O apoio dele, a confiança que depositou em mim, foi fundamental no meu crescimento como profissional e como pessoa. Às vezes eu ficava mais quietinha e ele logo percebia, perguntando preocupado: “Aconteceu alguma coisinha com você?”
Eu adorava compartilhar com ele quando ganhava um presente ou uma boa gorjeta — ficava toda orgulhosa e feliz, porque me sentia valorizada como pessoa e profissional. Quando aparecia alguém com quem eu tinha muita química, eu transava gostoso e depois contava os detalhes e falava besteirinhas para ele ouvir, o que deixava o nosso próprio sexo ainda mais delicioso. Meus comentários eram sempre leves: “Amor, o Personal apareceu”, “O Japa apareceu”… Sempre usei codinomes para os clientes para que ele soubesse de quem eu estava falando. Eu sei que ele ficava verdadeiramente feliz por mim e por ver meus sonhos se realizando, mas, claro, sentia também aquela pontinha de ciúmes natural de marido.
E talvez tenha sido justamente por viver tudo isso com tanta intensidade que eu aprendi uma das maiores lições da profissão.

— ♥ —

Cada corpo, uma língua diferente 

Outra grande preocupação minha era como dar prazer individualmente para cada cliente. Os homens são muito diferentes uns dos outros: suas referências, seus estilos, jeitos, corpos, estímulos… Cada cliente que entrava pela minha porta trazia um universo novo, e às vezes nem o mesmo cliente agia da mesma forma em todos os encontros. No meu ramo, observar os detalhes e estar aberta a receber o prazer — seja realizando fetiches, namorando ou partindo para algo mais hard — sempre foi um desafio fascinante. Como agradar a todos?
Eu sempre ouvi muito e prestei atenção minuciosa nos detalhes: o movimento dos dedos, a forma do toque, os pedidos sussurrados durante o sexo. E confesso: toda essa rotatividade de pessoas e jeitos diferentes me dá ainda mais tesão. Em uma hora posso estar agarradinha de forma romântica com alguém; na hora seguinte, posso ser devorada por outro. Essa mistura me deixava louca, e eu fazia questão de transparecer o meu desejo por eles, que era totalmente real.
Havia momentos em que eu não tinha personagem nenhum. Era apenas eu — olhando fundo nos olhos de quem estava comigo, sentindo a pele arrepiar quando os dedos passavam devagar, a língua quente me chupando com vontade, o pau entrando e saindo de dentro de mim num ritmo que eu não queria que parasse. Nesses instantes não existia profissional, não existia roteiro, não existia expectativa. Existia só aquilo: presença, instinto, calor. Dois corpos que, por uma hora, escolheram se entregar de verdade.
Foi nesses momentos que entendi que o prazer nunca esteve apenas no corpo. Ele também mora na conexão.

— ♥ —

Um comentário

  1. Black king

    Eu admito sempre tive uma duvida si era real sua conexão mas depois de alguns encontros eu percebi em alguns momentos q as vezes a mulher aparecia e se envolvia deixando a profissional de lado mas alguns minutos depois vc voltava pra profissional eu ria por dentro e ficava feliz de ver vc gostando de estar cmg ( nao precisa quebrar a cabeça querendo saber qal cliente negro eh kkkk pq eu sou branco e o nome é por causa do meu ex trabalho 🙂 )

  2. G

    Você é uma mulher incrível.
    Te conheci la proximo ao shopping, e desde o primeiro encontro, ja rolou muita química entre nós.

    Nos distanciamos e, depois de alguns anos nos encontramos novamente, e dessa vez muito melhor, mais intenso…..quase incontrolável…rsrs

    Entre idas e vindas (e foram muitas…rs), acabamos nos afastando. Comigo guardo o respeito, admiração e lembranças dos momentos intensos que tivemos.

    “Um dia desses
    Num desses encontros casuais
    Talvez a gente se encontre
    Talvez a gente encontre explicação

    Um dia desses
    Num desses encontros casuais
    Talvez eu diga: ‘Minha amiga,
    Pra ser sincero, prazer em vê-la.
    Até mais'”

    Pra mim….vc é muito mais que a “casadinha safada”

    Todo sucesso do mundo pra você.

    Bjoss

    G

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