Nessa semana que passou, ele me mandou mensagem. Eu respondi na hora, mas não consegui atendê-lo porque estava naquele período sensível de mulher, e os dias foram passando.
No final de semana, estava no mercado com o meu marido. Já estávamos no caixa, quando quem eu encontro? Ele. Rsrs. Acredito que, na hora, ele não tenha me visto, porque passou rápido e estava acompanhado. Do caixa onde eu estava, vi ele passando as compras. Finalizamos as nossas quase no mesmo momento e saímos, eu e o marido, de mãos dadas, enquanto eu ainda pensava que ele não tinha me notado. Fomos para o carro rindo e brincando, e ficou por aí.
Na segunda-feira, recebo um contato dele. E, claro, eu não poderia deixar passar… “Hmmm, te vi no final de semana, viu?”, brinquei. Ele respondeu: “É, eu sei. Também te vi. Reconheci você de costas e vi o famoso marido da casadinha”.
Ele queria marcar algo, mas, como eu ainda estava terminando os dias delicados, resolvemos esperar. Ele disse: “Sábado te mando mensagem”. E não é que o gato mandou mesmo?
Esse encontro acabou de acontecer, então está saindo quentinho do forninho!
Quando eu abro a porta, ali está ele: todo gostoso, cheiroso, bem-vestido e, vou te falar, bem safado. Esses nossos encontros sempre ficam marcados, mas esse último… esse foi especial.
Ali no corredor, a gente já começou a se pegar. Eu não resisti e sussurrei: — Hmmmm, então encontrei esse gato no mercado, né? Ele deu aquele sorriso e respondeu: — Pois é, como não reconhecer essa silhueta? Vi vocês rindo até o carro. Estavam com cara de que iam aprontar.
(E olha, a gente ia mesmo! Inclusive, foi naquele dia do vinho com o maridão, lembra?).
Entre beijos e carinhos bem quentes, ainda ali perto da porta, fui desabotoando a calça dele. Ele tirou tudo, ficando só de cueca. Com o rosto no pescoço dele, passei a mão pelo seu pau por cima da cueca e senti: ele estava de ladinho, duro, quase saindo pelo buraco da perna. Segurei o pau dele, ele me ajudou e colocou tudo para fora. Aos meus olhos, aquela cena era tesão puro. Eita, homem gostoso!
Já abaixei, empinando a bunda, e dei umas lambidas nele. Ele apertava e batia na minha bunda enquanto eu fazia aquilo. Logo em seguida, já estava ajoelhada, sugando aquele pau cheiroso até o fundo da garganta. Ficamos ali brincando no corredor, ele me virou de costas, me apoiei na mesa e ele me apertou contra o corpo dele. Da minha boca só escapavam gemidos, porque a pressão que ele fazia era deliciosa.
Olhei para a poltrona e pensei: “ali mesmo”. Viro a poltrona, peço para ele sentar e continuo. Fico de joelhos na frente dele, beijando, lambendo e mamando, descendo até as bolas, deixando tudo babado. Ele segurava minha cabeça, guiando o movimento com cuidado.
Ele me puxou para um beijo, me levantou e começou a beijar meus peitos, até que sussurrou: — Pega a camisinha e deixa aqui na sala, quero te comer um pouco aqui.
Ficamos ali, grudados em pé, até que fui no quarto buscar o preservativo. Voltamos para o sofá, ele deitado em cima de mim, beijando meus peitos, segurando eles juntinhos e mamando de um jeito que eu não conseguia nem pensar direito.
Continuamos ali, gemendo no ouvido um do outro, corpos grudados, beijos e muitos carinhos. Ele ficou em pé na frente do sofá, chupei mais um pouco, ele colocou a camisinha e começamos a transar. Colocou tudo dentro de mim e senti aquele pau grosso me preencher… que delícia! Ficamos naquela brincadeira de vai e vem lá no fundo, com ele por cima de mim.
Fiquei de quatro no sofá, ele meteu, segurou minha cintura e bombou, logo em seguida, agarrou meus cabelos, bem safado e colocava as almofadas em cima de mim e continuava.
Depois me pediu para ficar de cabeça para baixo com a bunda virada para cima, meio que virar bananeira com o corpo encostado no sofá. Ali ele entrou e ficou metendo bem gostoso. A pose foi ficando sem jeito, então me levantei para sentar no pau dele. Encaixei tudo dentro de mim e fiquei paradinha, me movendo de leve, devagarinho.
O pau escorregou e, mais uma vez, o guardei dentro de mim. Estava um calor insuportável, os dois suando até que decidimos ir para o quarto.
Ele tirou a camisinha e comecei a chupar mais um pouco; aqui as brincadeiras são longas e sem pressa.
Ele colocou a camisinha de novo e ficamos de ladinho, até que entrou devagarinho no meu cuzinho — fundo, fundo — até caber tudo.

Com ele apertando meus peitos e os braços pelo meu corpo, foi bombando devagar até aumentar o ritmo. Enquanto comia, a mão dele desceu e me masturbou, ora os dedos na minha buceta, ora só aquela pressão certa, e eu gemendo, falando o quanto dar para dois era uma delícia. A todo momento que ele estava fodendo meu cuzinho, minha ppk estava melada e o tesão me deixando louca.
O pau ficou um pouco mole. Fiquei de quatro e ele encaixou atrás, dizendo:
— Vou deixá-lo duro aí dentro.
Sentia o pau dele, meia-vida, se tornando mais grosso, mais firme, tomando força de novo. Ele disse:
— Já está abertinho, não precisa nem mais fazer força.

Entrava muito gostoso e eu ia gemendo, soltando putarias: “seu comedor de cuzinho gostoso” — já tem história dele aqui, e não é elogio pequeno, hehe. Ave, como ele come bem!
Fizemos muito anal até que nos levantamos e ele perguntou se eu ia com ele para o banheiro.
Disse que sim, prendi o cabelo, peguei as toalhas e lá fomos nós.
Esfregamos o corpo um no outro debaixo daquela água deliciosa. Me ajoelhei, mamei, ele colocou a camisinha e perguntou:
— Aonde quer?
— Primeiro na buceta — respondi.
Ele encaixou por trás, que já estava babando; ficamos transando de pé até ele tirar da ppk e colocar no cuzinho de novo.
Perguntou se eu queria leite. Disse que sim — saí do pau dele, ajoelhei e fiquei lambendo devagar, até ele gozar tudo em mim debaixo do banho.





