O último dia de trabalho de 2025 ✨
Nesse dia, como o Natal já tinha passado, eu realmente acreditava que não teria muito movimento. Estávamos perto do fim de semana, a semana seguinte já era Ano Novo… muita gente viajando, com a família em casa.
Bom… para a minha felicidade, eu estava completamente enganada. (sigam-me os bons rs)
Meu primeiro cliente do dia foi alguém novo.
Confesso que, quando é alguém que nunca conheci ou conversei antes, fico um pouco desconfiada. Dependendo da situação, chego até a pedir um sinal para reservar o horário. Não foi o caso. Ele tinha foto, falava de forma tranquila e parecia realmente alguém sério. Seguimos com o agendamento e, no horário combinado, ali estava ele.
Fechou comigo um atendimento completo.
Entrou meio sem saber o que esperar e eu também rs. Toda vez que chega alguém novo, fico um pouco apreensiva por não saber exatamente o que gosta ou como a situação vai se desenrolar.
Fomos para o quarto e as brincadeiras começaram.
Rolou tudo muito bem. Ele era uma simpatia de pessoa e transava gostoso. Fizemos anal e, na hora da segunda, como era sábado, eu simplesmente não tinha prestado atenção nas camisinhas… pois é. Só tinha uma, e já tínhamos usado.
Procurei em alguns lugares onde talvez pudesse ter outra, mas nada. Perguntei se ele tinha, até me ofereci para pedir na farmácia e, enquanto isso, a gente continuaria brincando até chegar. Ele disse que não precisava. Então propus uma segunda opção: fazê-lo gozar em um oral. Ele aceitou. Gozou de novo.
Depois, enquanto nos limpávamos, ainda deu tempo de rolar um papo. Ele foi super gente boa, inclusive me deu dicas sobre ajustes no site.
Adorei a companhia.
Meu segundo cliente do dia estava com um pouco de pressa.
Esse gato sempre aparece por aqui, inclusive já falei dele outras vezes. Disse que estava com muito tesão em mim, mas que estava com a família em casa e só tinha tempo para uma rapidinha. Tinha ido ao mercado e passado ali rapidinho, e não se importava de pagar o valor total do encontro.
Por mim, tranquilo. Se ele queria assim, estava tudo certo.
Ele entrou e já começou me beijando na porta. Enquanto me beijava, eu descia o short dele, deixando seu pau à mostra. Estava cheiroso, muito gato. Ajoelhei na sua frente e comecei a mamar. Ele me pegou no colo e me colocou no sofá. Pedi para ele trazer preservativos, porque eu ainda não tinha tido tempo de ir comprar.
Sentou-se no sofá e, entre beijos, colocou a camisinha e me puxou para o colo. Ele gosta de um love bem amorzinho e eu amo isso. Fiquei sentando e rebolando, bem safadinha, com o corpo todo colado nele, aos beijos e gemendo gostoso, até ele gozar assim comigo.
Levantou rápido, se limpou e foi embora, dizendo no meu ouvido que voltava logo pra gente ter mais tempo, assim que eu retornasse de viagem.
Amo essa visita seja ela rápida ou com o tempo certo.
CONTINUA…. 😉
Mais uma vez, um número novo me chamou.
Na hora pensei que a cidade devia estar cheia de visitantes. Doce engano.
A conversa fluiu fácil demais. Ele queria completo, com anal. Passei o valor, ele aceitou sem questionar nada. Hoje, olhando com calma, fica claro: era alguém que já me conhecia. Não perguntou nada. Não hesitou.
Horário marcado.
Depois do segundo cliente, eu teria um intervalo perfeito para almoçar, respirar e finalmente comprar o bendito preservativo. Fiz tudo com calma. Voltei para o apê, me arrumei com atenção. Roupa, calcinha, salto. Cabelo lavado, make leve. Me senti bonita. Cheirosa. Presente.
Enquanto isso, fui olhar o WhatsApp de trabalho.
E ali estava ele. Um clientão delicioso chamando. Daqueles que só de imaginar já da vontade de sorrir. Pensei que talvez fosse assim que eu encerraria o ano, do jeito mais gostoso possível. Mas o horário… era exatamente o mesmo do cliente “novo”.
Esperei.
Número novo sempre carrega essa dúvida.
Mandei uma mensagem simples confirmando. Ele respondeu que viria, pediu o endereço. O outro cliente ficou aguardando minha resposta.
Já pronta, recebo:
“Estou na frente.”
Eu já estava prestes a avisar o outro que não daria quando veio a mensagem seguinte:
“Tô em frente e sou o fulano de tal. Posso subir?”
Li aquilo devagar.
Muito devagar.
O corpo gelou por dentro.
Não acredito que é você.
Não acredito que você fez isso comigo.
Eu já não atendia mais esse homem havia muito tempo. Não porque fosse alguém ruim, mas porque não estava me fazendo bem. Eu precisei escolher parar. E parei.
Durante meses ele insistiu. Todo dia.
Eu não bloqueava porque não queria conflito, só distância. Em algum momento, depois de muito tempo, respondi algo educado. Hoje vejo que foi um erro. Talvez aquilo tenha soado como brecha. Ou desafio.
E ali estava ele.
Com outro número. Na minha porta.
Foi invasivo.
Foi desconfortável.
Foi pesado.
A sensação era de estar sendo colocada contra a parede.
Eu escrevi apenas: não.
Bloqueei os dois números.
Fiquei parada alguns minutos.
O corpo ainda ali, mas a cabeça longe.
Pensei no que poderia vir depois.
No que ele poderia dizer.
No que poderia inventar.
E senti um cansaço profundo de precisar me explicar.
Bloqueei.
Respirei.
E fiquei em silêncio.
Não foi sobre dinheiro.
Nem sobre orgulho.
Foi sobre limite.
Esse também foi meu último dia de 2025.
Com tudo o que ele trouxe.
Algumas coisas a gente não resolve.
A gente apenas escolhe não levar adiante.
E ficou assim.
Depois de digerir a situação, com calma e tranquilidade, pensei:
eu não sou culpada de nada.
Respirei fundo.
Deixei passar.
Pouco depois, meu WhatsApp de trabalho apitou novamente.
Era o gato delicioso querendo exatamente o mesmo horário do “novo”.
E aí, meus amigos…
foi assim que o dia começou a mudar de tom.
Daqueles finais que prometem.
Continua…
🎶 Trilha sonora do encontro
Continuação do relato do último dia do ano
Quem já acompanha minhas histórias vai reconhecer essa música imediatamente.
E vai saber exatamente de quem estou falando.
Imaginem meu rostinho quando recebi aquela mensagem, naquele último dia de trabalho.
Feliz. Animada. Com aquela sensação boa de que o dia ainda tinha algo especial guardado pra mim.
Depois de todo o rolo com o ex-cliente, consegui responder que sim, que daria para vê-lo.
Sabe aquela coisa de sexto sentido?
O meu já estava avisando que era para acontecer.
Ele é um dos meus clientes negros. Muito gostoso.
Pele morena macia e sedosa, sorriso bonito, careca, alto. Corre, tem o corpo firme, bem cuidado…
E o pau? Babado. Digno de 3G.
Quando chegou, dei um abraço apertado, daqueles que misturam carinho com uma pitada de safadeza.
Ele sempre corresponde. Sempre foi assim.
Fomos para o quarto e, como de costume, tudo começou com um beijo.
Ele passou as mãos pela minha nuca, segurando o cabelo bem na raiz.
Com ele eu nem disfarço: meu rosto entrega o quanto eu gosto. E gosto mesmo.
Seguimos nos beijos até eu começar a descer pelo corpo dele.
Beijei sua barriga devagar, bem devagar, sentindo a maciez daquela pele.
Lambi com calma até chegar naquele pau grande e grosso.
Com ele, não adianta tentar engolir tudo.
Ele gosta de um jeito específico, mais concentrado na cabeça grande e vermelha.
Sempre pede para sugar bastante ali.
E eu faço.
Babo, me lambuzo, me entrego ao prazer de dar prazer, sem limites.
Sentei na cama. Ele ficou de pé à minha frente, tirou toda a roupa e começou a me namorar.
Beijos calmos, toques delicados e firmes ao mesmo tempo, me deixando cada vez mais louca de vontade.
Deitou sobre mim, e sua boca saiu do meu pescoço até os peitos duros, sugando quente, como se fossem fruta.
Delírio total sentindo essa boca.
Ele é muito caprichoso comigo.
Desceu pela barriga e caiu direto na minha ppk, sem economia.
A língua rodeando, sugando meu grelo…
Minhas pernas tremiam.
Segurei sua cabeça, gemendo baixinho e aproveitando cada segundo.
Depois ele subiu na cama e foi minha vez de agradá-lo mais um pouco.
Chupei seguindo seus pedidos: mais na cabeça, depois as bolas.
Tudo cheiroso. Tudo duro.
Subi em cima dele e ficamos nos abraçando, devagar e forte ao mesmo tempo.
Senti minha ppk melar sobre o corpo dele.
As preliminares seguiram sem pressa.
Beijos, bocas, gemidos baixos, safadeza ao pé do ouvido.
Até eu colocar a camisinha e sentar por cima dele.
A camisinha que comprei na correria era retardante, demorava um pouco mais para gozar.
Então aproveitamos.
Me mexia em cima daquele pau grande e duro, sentindo ele me abrir gostoso.
Mudamos de posição: de ladinho, de quatro, sentados…
Ele me comia devagar, exatamente do jeito que me desmonta.
Eu já não estava aguentando mais.
Até que ele veio por cima de mim
Essa posição é quase fatal.
Me tocava, falávamos besteiras, beijávamos.
Pedia para ele continuar, mas bem devagar.
E ele fazia.
Até que meu corpo entrou no ritmo e escapou um gemido:
— “Vou gozar… vou gozar… vouuu gozar gostoso.”
Tremi inteira. Ofegante. Cheguei ao ápice.
Ficamos parados um instante.
Depois ele voltou, fundo e forte, me beijando.
Pedi para ele gozar por cima em mim.
Ele saiu, tirou a camisinha e se espalhou sobre meus pelinhos.
Delicioso.
Maravilhoso.
Ele me colocou nos braços e ficamos ali, conversando baixo, tocando um no outro.
Na hora de ir embora, ainda tentou me ensinar a dançar um forró.
Nada feito, ele é alto demais pra mim em pé…
na cama, nem parece.
Rimos.
E enquanto dançávamos do nosso jeito, ele cantou aquela música.
Sim, aquela.
Ele sabe. E quem me acompanha também sabe.
Quando ela toca, é dele que estou falando.
Tem como terminar o ano melhor?
Eu amo esses encontros.




