Depois de semanas nos desencontrando por conta de imprevistos na agenda, finalmente o dia chegou: uma bela segunda-feira, às 16h.
A química entre mim e esse cliente sempre foi deliciosa, e esse momento já tinha sido desejado e mentalizado por nós diversas vezes. A nossa sintonia sexual é uma delícia.
Naquela segunda, logo cedo, às 8h27, meu celular vibrou com a mensagem dele: — “Oiii, bom dia! Tudo bem? Bora aquecer esse friozinho hoje? kkkk A ‘amiga’ já confirmou e consegue naquele horário! Depois me avisa se estiver ok pra você também. 😏😘”
Meu coração parecia que ia saltar pela boca! Quem faz o job sabe: é uma mistura louca de adrenalina, tesão e aquele frio na barriga clássico. Respondi tentando manter a pose: — “Oie, bom dia! Tudo bem sim, e você? Vamos bater um papo… Me conte o que estava pensando certinho, quais são as suas fantasias para esse encontro.”
(Bato muito nessa tecla: para mim, é fundamental entender a mente do cliente e o que ele deseja realizar. Um encontro a três é um investimento alto, e meu foco é entregar a perfeição.)
Ele mandou o roteiro da safadeza: — “Vamos lá… Pensei num ménage tradicional mesmo. Eu e ela te chupando, vocês duas se chupando também, eu e você curtindo ela antes e durante o rala e rola. kkkk Tudo com o consentimento das três partes. Nada de acessórios por enquanto. kkkk Ela é bem tranquila, mas como é a primeira vez do trio, vamos deixar rolar! E a sua expectativa — o que me diz?!”
Curiosa como sou, mandei minhas perguntas: — “Por mim está ótimo! Qual a idade dela? Vamos nos encontrar aqui no meu local mesmo? Vai ser bem gostoso.” — “Isso, se não tiver problema pra você…”, ele respondeu. “Acho que em torno de 30, viu? Mas nunca perguntei — idade é um assunto delicado. kkkk”
Fechei os detalhes: — “Posso confirmar às 16h então?” — “Pode sim, às 16h estaremos aí.”
E como uma boa anfitriã, dei o toque final: — “Combinado! Uma sugestão: se quiser trazer um vinho para deixar as coisas mais soltinhas, só me avisa que já deixo as taças prontas na mesa.” Ele curtiu a ideia: — “Hmm, interessante! Se der tempo eu levo sim!” E eu: — “Tá bom, tô ansiosa kkkk que tesão.”
Pouco antes do horário marcado, veio a confirmação perfeita: — “Deu certo o vinho, vou levar. 🍷❤️”

Por esse diálogo vocês já conseguem ver nossa sincronia e o jeito leve com que nos tratamos. Mas confesso que minhas expectativas estavam me matando de ansiedade. Já tinha tentado ménage duas vezes com outros clientes e outras garotas e as experiências tinham sido péssimas. Mas dessa vez era diferente: ele me garantiu que ela realmente gostava de mulheres.
Quando o horário foi se aproximando, corri para o meu ritual: banho tomado, maquiagem, perfume e um look para recebê-los. Estava com as mãos geladas de nervoso, mas com o pensamento bem positivo.
Deixei o ambiente impecável e super cheiroso. Arrumei a mesa com as taças de vinho e uma boa garrafa de água porque, pelo nível do tesão, a gente já sabia que ia precisar se hidratar! 😄
Ele me avisou por mensagem que estava indo buscá-la. Quando chegou a confirmação — “Chegamos, indo na portaria” — meu coração parecia que ia sair pela boca. Mão gelada, frio na barriga, aquele “ai meu Deus, e agora?” clássico, rsrs.
Pelo aplicativo da portaria, acionei a liberação do portão. Um minutinho depois ouvi o elevador se abrir. Me olhei no espelho e pensei: é agora.
Toc toc.
Fui abrir a porta. Ele entrou todo empolgado — dava pra sentir a animação nele. Ela entrou mais contida, com aquele ar de quem ainda estava absorvendo a situação. Cumprimentei os dois e ficamos em volta da mesa.
Ele logo abriu o jogo: — “Ela gostaria de saber há quanto tempo você atende.” Pensei: nossa, minha mão está gelada, gelada. Respondi que fazia uns cinco anos fixa, atendendo direto. Ele virou pra ela, rindo: — “Essa aqui estava mais ansiosa que eu!” rsrs (e era verdade, rsrs!).
Ela sorriu. Ele continuou: — “Ela quer saber se tem alguma coisa que você não faz.” Olhei pra ele, depois pra ela, e respondi com toda a naturalidade: — “Faço tudo, não tenho frescura nenhuma.”
Ela abriu um sorriso lindo e disse: — “Ah, que bom. Eu também não.” Ótimo sinal.
Ele estava lindo como sempre — e ela também me surpreendeu. Tinha cara de moça bem novinha, estava de vestido e salto, cheia de acessórios, bem feminina. Um sorriso bonito e aquele jeito que a gente logo percebe que vai dar certo.
O cliente foi ao banheiro. Aproveitei o momento e dei um abraço nela bem forte — daqueles pra sentir o calor do corpo, quebrar o gelo e já criar uma conexão. Quando ele voltou, abriu o vinho e brindamos os três pelo que estava por vir. O nervosismo tinha ido embora. Só me restava aproveitar aqueles gostosos.
Com gosto de vinho nos lábios, ele e ela se beijaram — e era uma cena deliciosa de ver. Depois ele veio até mim e me beijou também. Enquanto os dois se beijavam, eu já fui passando a mão no pau dele por fora da calça. Desabotoei, tirei pra fora — e ali começou de verdade.
Ela tirou a roupa, eu tirei a minha. Ajoelhamos no chão e começamos a revezar as chupadas naquele cacete gostoso. Antes mesmo de mudarmos de lugar, o clima já tinha tomado conta: eu e ela trocamos chupadas nos peitos uma da outra ali mesmo, no chão, até que ele se juntou a nós e saboreou os seios dela junto comigo. Ela ainda estava de calcinha branca, pequenininha, e os seios dela eram deliciosos. Foi ali que tudo fluiu de vez.
Mais um gole de vinho — e fomos para o sofá. Preparem-se, porque a chapa vai esquentar de verdade! kkkk
Foi quando ele pediu baixinho no meu ouvido: — “Chupa ela…” Minha mente safada respondeu na hora: mas é claaaro!
Ela deitou de pernas abertas no sofá e eu fiquei ajoelhada no tapete, bem na frente dela. O cliente se posicionou atrás de mim, sarrando gostoso, enquanto eu lambia, chupava e me deliciava naquela buceta. Ela me olhava fixamente e dizia para ele que a minha boca era muito gostosa. Ela estava completamente entregue ao momento — e aquilo me mostrava que estava gostando tanto quanto eu. Eu já estava completamente encharcada, e a nossa amiga ali na minha boca também.
Puxei o cliente para pertinho e nós dois começamos a chupá-la juntos. Duas línguas trabalhando naquela buceta maravilhosa.
Depois ele se deitou e pediu para eu subir na boca dele enquanto ela o chupava. Fui, claro. Ele lambia e rodeava meu clitóris enquanto, de canto de olho, eu via nossa amiga focada no pau dele. Aquilo me deixava doida! Logo depois invertemos: ela subiu na boca dele e eu fui mamar aquele cacete maravilhoso. Que delícia de revezamento!
Tudo fluía de forma natural, tranquila e cheia de tesão. A pedido dele, ela veio me chupar — e que boca gostosa! Entre um beijo e outro no cliente, ele me deitou no sofá, veio por cima e começou a se esfregar na minha ppk molhada. A amiga, ajoelhada na minha frente, se aproximou e eu aproveitei para mamar os peitos dela.
Foi aí que sussurrei no ouvido dela: — “Esfrega essa buceta no cacete dele…”
Ele se deitou e lá foi ela se esfregar todinha nele, deixando o pau completamente babado. O cliente gemia baixinho e conduzia tudo com uma naturalidade impressionante. Parecia saber exatamente como manter nós três envolvidos naquele clima.
💬 Bastidores do Blog: Eu mandei o texto até aqui em primeira mão para o cliente, só para saber o que ele estava achando, e ele me mandou isso:
“Dá pra acrescentar que em um momento no sofá vocês duas ficaram de joelhos e eu bati uma leve siririca pras duas? A minha visão foi memorável nessa hora, hahahhahaa! PS: e o texto está perfeito e maravilhoso (como sempre).”
(E quem sou eu para negar um pedido desses, né? Promessa é dívida, e a visão deve ter sido linda mesmo!)
Depois de toda essa loucura deliciosa na sala, resolvemos que era a hora de ir para o quarto…
(Continua…)
Antes de ir, claro, os dois beberam mais um pouco de vinho e eu já estava ali abrindo a água pra me hidratar. kkkk
Eu tinha deixado o ar-condicionado ligado, e o quarto estava geladinho quando entramos. Ela deitou na cama e eu fui logo em cima dela — ficamos numa tesoura, comigo no meio das pernas dela. Nessa hora, o cliente ficou só observando por um tempinho, até ir até a cabeça dela e dar o pau pra ela chupar enquanto eu esfregava minha buceta peludinha na ppk dela. Levantei a perna dela e disse:
“Me avisa se eu te machucar.”
Ela: “Combinado, me avisa também.”
Tentei encaixar daquele jeito, mas não ficou tão confortável. Logo me deitei sobre ela e pedi pro cliente roçar nas duas — na minha cabeça, eu já estava montando um sanduíche de ppk com o pau dele. kkkk
Daqui pra frente vou resumir, porque cada detalhe merecia ser contado com calma — mas preciso fechar essa história pra começar as próximas.
Pensa num cliente safado: a gente quase não precisava se falar. Pelos toques e olhares já estávamos completamente alinhados.
Lembro da cena de pegar o pau dele, colocar na ppk dela, e depois chupar — com ela fazendo o mesmo logo em seguida.
Lembro dele me colocando de quatro e comendo meu cuzinho com vontade. Depois, eu e ela tirando a camisinha e chupando juntas, devagar, como se estivéssemos saboreando cada segundo.
Lembro de ver ela encaixando o pau dele no cuzinho dela.
(Ahh, cenas que nunca vou esquecer.)
Eu segurava o rosto dela… também pedi pra ela segurar o meu com força e me xingar, me bater. A safadeza foi completa.
Ficamos muito tempo transando, revezando, nos entregando como se o tempo tivesse parado de vez.
No final, quase sem fôlego, eu e ela deitamos de barriga pra cima e começamos a nos beijar. O cliente ficou com o pau bem em cima de nós, sentíamos o saco dele no rosto — até que ele gozou gostoso em cima da gente, daquele jeitinho.
Esse trio foi perfeito. Cheio de energia, sem nenhuma frescura e com muito, muito tesão.
Depois que acabamos, olhamos pro relógio e até assustamos. rsrs Papeamos um pouco enquanto nos vestíamos e tomávamos banho.
Uma experiência que vai ficar marcada para sempre em mim
*Um beijinho pra quem leu até aqui*
*No post do japa também tem atualizações.*




