
O Single do Pau Gigante
Eu e meu marido, como muitos de vocês já sabem, também estamos ligados ao meio liberal de uma forma muito tranquila. Vivemos experiências com outras pessoas dentro do nosso relacionamento.
Dito isso, ele me deu a liberdade de conversar, conhecer e explorar com outros homens, casais, mulheres, e a bola da vez era encontrar um single que eu realmente gostasse.
Estávamos atentos aos convites que recebíamos pela plataforma liberal, até que um perfil me chamou a atenção. Claro que, num primeiro momento, foi pela aparência: a foto inicial era bem convidativa e, quando entrei no perfil, fiquei ainda mais instigada.
Um homem cheio de músculos e um pau, bom, um pauzão. O nick?
então já dá para imaginar, né?
As interações começaram: curtidas para lá e para cá, comentários safados e muito interesse. Confesso que eu estava animadíssima. Conversamos por semanas e a conexão era ótima, e eu pensava: esse homem é bom demais para ser verdade… deve ser fake, só pode! Lembro que até brinquei com ele sobre isso.
Uma noite, saindo de um jantar quase na madrugada, comentei com meu marido sobre a vontade de encontrar o rapaz só para conhecer mesmo, ver se ele existia de verdade. A curiosidade estava a mil e eu só pensava: bonito, gente boa… quero! (Se eu posso, por que não, né?).
Mandei mensagem achando que ele nem responderia e, em minutos, plim, notificação: era ele, e com resposta positiva! Marcamos algo próximo de casa. Subi para me trocar, queria ficar confortável e um pouquinho mais provocante, então coloquei um shortinho, uma blusinha justa, e lá fomos nós.
Esses primeiros encontros sempre carregam uma dose de ansiedade e emoção. Chegamos ao local, e na mensagem eu deixei bem claro:
— “Só conversar e se conhecer. Talvez rolar um toque de pele, mas nada além disso.”
E avisei: se não fosse o homem da foto, eu ficaria bem decepcionada.
Ele respondeu com naturalidade:
— “Pode ficar tranquila, confia.”
Uns dois minutos depois, um carrão bem classe A encosta. Pensamos: será que é ele? Só podia ser! Porque, em seguida, desceu um homem lindo, vindo na nossa direção. Precisei apertar os olhos para enxergar direito de longe, mas sim… era ele.
Descemos do carro, cumprimentos, beijos no rosto, aquele abraço gostoso.
— “Finalmente!” — ele disse.
— “Pois é… esse encontro estava enrolado” — respondi.
(Pausa dramática: ele era exatamente como nas fotos. Cheiroso, educado, charmoso.)
Ele sorriu:
— “Mas que bom que deu certo.”
Meu olhar percorria cada pedaço daquele homem: calça jeans rasgada, justinha nas pernas gigantes e malhadas, ele era alto, forte, sarado… Um Deus grego, exatamente como eu imaginava. Na minha mente, os próximos encontros já estavam aprovados, só faltava o carimbo do marido.
Os dois conversavam e, sinceramente, eu nem conseguia prestar atenção. A presença dele me deixava hipnotizada. Voltei a mim e entrei no papo, até que, depois de uns 30 ou 40 minutos, pedi:
— “Levanta a camisa para eu ver.”
(Confesso: tenho uma tara por abdômen trincado.)
Ele riu e, olhando nos meus olhos, disse:
— “Claro que pode.”
Toquei com os dedos, bem devagar, olhando para ele com desejo. Eu já sabia: química a gente tinha, só faltava um passo. Foi quando ele se aproximou do meu pescoço, me cheirou olhando para o meu marido, provocativo, segurou meus cabelos e perguntou:
— “Posso beijar marido?”
Enquanto isso, ele sussurrava no meu ouvido o quanto me achava linda, gostosa e atraente. Com a autorização do meu marido, me beijou, e que beijo! Molhado, envolvente, com língua, mas sem pressa.

Eu só conseguia pensar: esse encontro valeu cada segundo de espera. Continuamos nos beijando ali, no meio da rua, minhas mãos deslizavam por dentro da camisa dele, e ele, como o bom safado que parecia ser, escorregava as mãos dentro do meu shorts, segurando a alça da minha calcinha minúscula.
Ele pegou minha mão, tirou da barriga e a colocou sobre a calça dele. Eu senti que ele era gigantesco e grosso, olhei nos olhos dele e falei no ouvido:
— “Foi um prazer te conhecer…”
Ele sorriu:
— “Também adorei conhecer vocês.”
Dei um tchauzinho com um selinho e falei para o meu marido:
— “Vamos?”
Ele ainda insistiu um pouco, sugerindo que fôssemos para algum lugar naquele mesmo momento. Dei um sorriso, e o marido respondeu:
— “Hoje foi só para conhecer.”
Entramos no carro, fomos para casa conversando sobre as boas impressões e transamos logo que chegamos, falando dele e do que faríamos num próximo eventual encontro.
Continua, na parte2!
