Antes de tudo, preciso contextualizar esse encontro.
Já fazia cerca de 4 a 5 semanas que eu e o marido estávamos bem quietinhos no meio liberal. Dezembro foi tomado por família, festas, trabalho e nossos próprios lazeres. A vida real pediu atenção, e essa parte ficou em stand by.
Até que, em um belo dia, meu tesão resolveu coçar.
E coçou forte.
Criei coragem e mandei mensagem para aquele boy.
Confesso que fui com receio. Ele havia tentado contato durante todo o ano passado e eu nunca senti confiança suficiente para marcar algo. Sempre ficava no “vamos combinar” que nunca se concretizava.
Mas naquela semana… a cara estava lavada.
E o desejo alto demais para ignorar.
Mandei logo um:
“Ooiiii… tudo bem? Podemos nos ver?”
Fui clara, direta e consciente do risco de levar um belo vácuo — faz parte do jogo.
Mas não deu nem 10 minutos e veio a resposta:
“Ooiiii, ótimo! E vocês?”
E sobre sair… um SIMMMMMM! enorme.
(Isso já me deixou animada.)
Respondi sem rodeios:
“Hoje à noite?”
“Pode ser. Que horas?”
Combinamos tudo. No fim da noite, nos encontraríamos os três.
Pra quem conhece a história, sim… esse é o single do pau gigante.
Além de pauzudo, ele tem molho.
E sabe exatamente como deixar uma hotwife maluquinha.
Mais tarde, eu e o marido fomos a um compromisso no jantar. Por volta das 22h, já estávamos em casa. Tempo suficiente para um banho rápido, eu me arrumar… e nas mensagens o gato já pedia o endereço.
No horário combinado, ele chegou com uma bela garrafa de vinho para comemorar o reencontro.
Meu marido o recebeu na porta. Eu apareci com um pijaminha mesmo.
Quando foi me cumprimentar, soltou sem pensar:
— “Você continua linda.”
Confesso que me senti lisonjeada. Apesar de perceber que ele havia envelhecido um pouco nesse período, o corpo definido seguia intacto. Barba e cabelo bem cuidados, sorriso lindo… aquele charme de homem alto e bonitão permanecia ali.
Sentamos à mesa:
meu marido de um lado, eu na ponta, e ele de frente pra mim, me olhando com curiosidade.
E eu me perguntando em silêncio: será que a química ainda existe?
Ele não bebe. Nesse dia, eu também estava só na água. O marido foi buscar uma cerveja. Ficamos nos olhando até eu quebrar o gelo:
— “Quanto tempo, né…”
— “Verdade. Vocês sumiram. Já faz um ano.”
Eles se levantaram para ver a vista da sacada.
Essa foi a minha deixa.
Fui direto para o sofá. Não demorou para ele vir atrás e me beijar.
Mas, sendo honesta, beijo não era exatamente o que eu queria naquele dia.
Me posicionei no braço do sofá, empinei o bumbum.
Ele acariciou e comentou com o marido:
— “Que bunda deliciosa.”
O marido apenas sorriu:
— “Fique à vontade.”
— “É assim que eu gosto. Pouca conversa.”
— “Eu também.” — respondi, rindo.
Tirei o pau dele para fora do short. Caiu pesado.
Em segundos, estava gigantemente duro diante de mim.
Caí de boca.
Lambi, explorei, desci até as bolas e tentei engolir tudo (sempre um desafio).
E eu amo desafios.
Enquanto mamava, olhava para o marido, que já estava com o pau na mão, se masturbando para a cena. Eu queria dar um show pra ele.
O boy pedia:
— “Mama com a língua pra fora…”
(isso era díficil)
E eu só ouvia:
— “Essa mamada é uma delícia.”
Chamei o marido para perto. Queria os dois. Mamava um, depois o outro, até tentar os dois juntos.
Em determinado momento, enquanto eu mamava meu marido, o boy abaixou meu short e lambeu minha ppk e meu cuzinho com vontade.
Ele se sentou no sofá.
E lá fui eu por cima, sarrando minha ppk no cacete do boy, provocando (tanto que o marido até filmou).
Confesso que achei que, pelo nervosismo, não ficaria molhada.
Mas depois de tanta provocação… fiquei.
Ele sussurrava safadezas no meu ouvido desse jeito.
Ficamos abraçados, com carinho, até ele me colocar de quatro.
Camisinha colocada, começou devagar, afinal, é uma rola grande e grossa.
Depois, com mais intensidade eu só ouvia:
— “Aguenta… sei que você aguenta.”
Muito gemido e eu pedindo pra ele por tudo.
Fui por cima dele.
Logo o marido veio atrás. Fizemos uma DP deliciosa até que o marido tirou rápido do meu rabinho, ofegante, dizendo que não ia aguentar.
Eu estava maluca de tesão.
O boy foi para o chão.
Cavalguei de costas, devagar, rebolando, observando os dedos dos pés dele se contorcerem.
Meu marido à minha frente, eu de pernas abertas, e ele me tocando com uma siririca deliciosa… quase gozando.
Depois, meia-nove:
Meu marido deitou, eu chupando ele e ele chupando minha buceta… e o boy vindo por trás, socando na minha ppk enquanto a boca do meu marido cuidava do meu clitóris.
Isso é o suficiente para enlouquecer qualquer hotwife.
Fomos para o quarto, o calor estava insuportavél.
Mais de quatro, depois papai e mamãe (eu precisava gozar).
Deitada no travesseiro, ele se encaixou devagar.
O tempo passou, mas o boy ainda lembra do meu gosto…
Mesmo assim, avisei que não ia conseguir. Ele pedia pra gozar.
Sussurrou no meu ouvido:
— “Não tem problema… a gente treina mais vezes.”
Socou forte, segurando meu pescoço, até avisar que ia gozar. Tremendo inteiro, caiu sobre mim. Ficamos abraçados por alguns minutos antes dele virar para o lado.
Sorriu pra mim.
Fui tomar banho.
Depois, ficamos conversando na mesa até ele ir embora.
Eu ainda estava cheia de tesão.
Pedi para o marido me comer bem gostoso e gozei.
Foi muito bom rever velhos amigos.
Que 2026 venha recheado de encontros assim.




