Nessa semana o pessoal do meio liberal estava bem agitado. Todo mundo querendo sair, se ver, beber, viver. Logo no começo da semana, no nosso grupo de WhatsApp, começaram a combinar uma baladinha em Bauru, do movimento LGBTQI++, para o final de semana.
Eu e o marido até ficamos animados, principalmente porque era um lugar que já conhecíamos. Mas antes de confirmar no grupo, resolvi mandar mensagem para uma amiga minha, ela faz parte de um casal lindíssimo aqui da região. Sério… eles são muito lindos e muito gostosos. E pra completar, ela é tipo minha namoradinha. Nós duas somos bem íntimas.
Mandei mensagem no Instagram:
“Migaaaaa, vocês vão no rolê amanhã?”
(Isso era quinta-feira, e a baladinha seria na sexta. Eu tinha visto uma interação deles no grupo que dava a entender que talvez fossem.)
Ela respondeu:
“Seis vão? rsrs”
Eu:
“Então… não sei. Sair de sexta é meio complicado pra gente, porque no outro dia o marido trabalha cedo.”
(Confesso: se eles fossem, a gente daria um jeito de ir, nem que fosse só um pouco.)
Ela:
“Pra gente também é ruim sair de sexta… que tal fazermos algo nós quatro?”
A proposta já soou bem mais interessante.
Perguntei o que eles tinham em mente, pra eu conversar com o marido — se eles viriam pra Bauru ou se a gente iria até a cidade deles.
Ela:
“Vem pra cá. A gente pede algo pra comer e fica conversando.”
Falei com o marido. Ele topou.
Confirmamos, combinamos o horário e o que pediríamos pra comer. Ficou tudo certo para às 21h.
Na sexta, por volta das 19h30, o marido chegou e começamos a nos arrumar. Caprichei na depilação. Mesmo sendo amigos do meio liberal, a gente nunca sabe o que pode rolar. Muitas vezes é só conversa, fofoca, troca de experiências — como qualquer casal de amigos. Nem sempre acontece algo a mais. Mas eu gosto de estar preparada. Porque, mesmo sem convite explícito, tudo pode rolar… ou não. kkkk
Por volta das 21h20, chegamos na casa deles.
Levamos nossas bebidas; a comida decidiríamos na hora. Como era em outra cidade, o marido não bebe por medo de blitz. Eu levei meu drink de Aperol com espumante , queria brindar essa amizade gostosa logo no começo do ano.
Eles estavam lindíssimos e cheirosos, como sempre. Ficamos na sala de jantar conversando sobre festas, viagens, a vida. O clima ali é sempre muito acolhedor. Não temos muita papa na língua, então falamos de tudo, de religião até pessoas que gostamos, ou não, de transar.
O jantar chegou. Continuamos ali, comendo e fofocando, até terminar.
Vou usar nomes fictícios:
Ela: Marina. Ele: João.
Preparei um drink pra mim e outro pro João, já que Marina e meu marido não bebem. Ele adorou. Brinquei que era uma bebida menos calórica, ótima pra quem cuida do corpo — e ele, todo fitness, amou a justificativa.
Marina tem olhos verdes. João, olhos azuis.
Imaginem esse casal. Exatamente.

Enquanto eu e João bebíamos, percebi algo diferente no ar. Até ali, não havia nenhum sinal claro de que algo fosse acontecer. Era só um encontro entre amigos.
Terminamos o drink… e fomos parar direto no quarto deles.
Deitamos os quatro na cama, conversando. João colocou uma música baixa. Marina acendeu uma luz de LED suave. Foi ali que alguma coisa mudou.
João ficou só de cueca, deitado ao lado da Marina. Meu marido entrou no clima. Nós, as meninas, nos olhamos e rimos:
“Já que vocês estão quase pelados, vamos ficar também.”
Marina ficou só de lingerie preta, contrastando com a pele branquinha. Ver ela tirando a roupa, devagar, me deu um tesão imediato. Ela é linda.
Brinquei que eu seria a única com tudo à mostra, só de calcinha e blusinha sem sutiã. A resposta foi unânime:
“É exatamente isso que a gente quer.”
Eu também estava de calcinha preta, fio dental.
Ficamos ali até o João vir me beijar.
Ele beija como se quisesse me engolir. Um beijo que encaixa, que prende. Ao mesmo tempo, meu marido puxou Marina e começou a beijá-la.
As carícias ficaram mais intensas. Eu sentia o corpo do João reagindo, e ver meu marido beijando Marina só aumentava o tesão daquela cena.
João se posicionou entre minhas pernas. Ainda estávamos de lingerie. Ele me beijava com carinho, passava a mão no meu cabelo, no meu rosto, me olhava com fome.
Olhei pra ele e disse, sem rodeios:
“Eu quero muito isso.”
Ao nosso lado, meu marido e Marina também se pegavam forte.
Em algum momento, João se inclinou e beijou Marina. Ela me puxou, e ficamos nós três nos beijando — bocas se alternando, corpos próximos, sem pressa.
Logo depois, Marina puxou meu marido pra perto e eu também o beijei com ela. Ficamos nós três juntos, trocando beijos, enquanto João observava e se aproximava de novo.
O clima já não era mais de escolha, era de entrega.
Cheguei no ouvido do meu marido e sussurrei:
“Amor… come ela gostoso pra mim.”
E deixei os dois se beijando.

Continua…..




