
Conseguimos combinar, e minhas expectativas estavam lá no alto. Chegou a hora do date e lá fomos nós. Ele estava cheiroso e tão bonito quanto eu lembrava (queria que ele tivesse vindo a caráter, mas o boy estava normal, rsrs!).
Meu Marido e ele começaram a se soltar na conversa. Ele contava as experiências que já tinha vivido no meio liberal, e a gente sorria, compartilhando as nossas. Vou te falar, já rolou muita coisa por aqui, viu? E claro, sempre rola uma fofoquinha, que eu adoro!
O tempo voou e percebi, de novo, a falta de iniciativa. Ele me explicou que estava ali para realizar o desejo do casal. Fofo, mas o desejo do casal, meu querido, era te ver me pegando com vontade, bem na frente do meu marido!
De qualquer forma, o papo fluiu. Ele era super gente boa. Agora, vamos pular logo para a parte que interessa!
O Momento: Mãos à Obra
Fomos para o quarto, rindo. Meu Marido disse que pegaria um banco para assistir.
Ele se sentou na beirada, e eu me coloquei entre as pernas dele, na ponta da cama. Ele me puxou pela cintura, colando nossos corpos, e assim que meu Marido se ajeitou no banco, ele me beijou. O beijo era gostoso, mas… passei uma perna sobre seu quadril, tentando me conectar totalmente com aquele contato.
Ele tirou meu seio do vestido, olhou nos meus olhos e demorou o olhar ali, como se estivesse se deliciando com a cena. Juro que pensei: “Isso! É isso aí! Que delícia!” Senti a mesma pegada intensa do nosso último encontro.
Ele se deitou por completo, mas deixou as pernas ainda para fora. Subi em cima dele. O gato estava só de cueca preta, no contraste com aquele corpo clarinho. Lindo demais! Fiquei ali, em cima dele, curtindo o amasso.
Giramos na cama, e ele ficou por cima. Fez questão de me encarar de novo, descendo o olhar fixo e beijando meu pescoço, até chegar nas coxas. Mordiscou meus pelinhos com um jeito safado, lambeu a lateral da minha virilha e voltou aos meus pelos de novo. Estava muito gostoso, mas decidi me virar.
Olhei para o meu Marido. Ele estava sentado, olhando, com o pau na mão. E eu ali, prestes a chupar o dele, bem na frente do meu amor.
Ele se ajoelhou e o recebi por inteiro na boca. Eu beijava e lambia, rebolando o quadril, enquanto ele me estimulava por trás, com o dedinho.
Ele me tirou do seu pau, se deitou, e continuamos a nos beijar, comigo por cima. Foi quando ele mencionou a camisinha. Ele pegou e colocou ali, ao lado. (Na hora, pensei: “Ué, mas já? rsrsrs! Acabamos de começar!”) Eu queria brincar mais. rsrs
Com a camisinha, ele me posicionou por cima, e eu fiquei rebolando em seu cacete. Acabei dando uma desanimada, mas já que estávamos ali… Pedi para ele me colocar de quatro. Ele parecia tenso, até suando frio.
Quando ajoelhou tirei a camisinha de seu pau e comecei a chupar, deitada. Ele, então, me lambeu. Colocou a boca na minha PPK e ficamos nesse ritmo até ele gozar.
Resumindo a Ópera…
Para ser bem honesta? Não foi ruim, longe disso! Mas, no final das contas, eu tinha imaginado o encontro com esse boy um pouco diferente, sabe? Pensei que o clima ia ser mais pegada, talvez com mais aquela iniciativa!
O que rolou foi mais no ritmo dele, mais calmo… Mas, hey, o papo foi ótimo e a gente se divertiu. Aquele final foi uma delícia, ele caprichou!
Então é isso: não foi o rodeio que eu esperava, mas a cavalgada valeu a pena! Quem sabe a gente não repete em um futuro próximo, né? 😉
Até a próxima aventura!



