Ele chegou do jeitinho dele: sem fazer alarde, mas sabendo exatamente o que queria. Estava de camiseta colada, bermuda, boné, extremamente cheiroso e com aquele olhar safado. Assim que entrou, o clima pesou de um jeito que nem deu para conversar muito. Fomos direto para o quarto e eu só conseguia pensar: ‘esse homem é dos meus, não perde tempo’.
Trocamos beijos quentes, beijo bom mesmo, e o cheiro dele grudou em mim; parecia que ele já estava me marcando.
Ele tirou a camiseta e eu beijei seu pescoço, sentindo a pele quente enquanto descia explorando cada músculo. Quando ele ficou só de cueca, eu já estava de joelhos.
Minha boca foi escorregando pela barriga, sentindo a respiração dele falhar até encontrar aquele pau duro.
Na hora em que o abocanhei, ele deu um gemido abafado, vindo do fundo… nossa, me molhei na mesma hora!
Ele segurou minha cabeça com vontade, sem delicadeza, e me deixou ali, engasgando mesmo, sem dó. Dava para sentir que ele adorava o controle.
Depois, ele me puxou para cima e o tesão só aumentou. Sentei na beira da cama, ele se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber meus peitos com vontade, puxando com a boca.
Ficamos ali, nos esfregando, até que ele parou, me olhou fixo e falou:
— ‘Quero chupar sua buceta.’
Fizemos um 69. Enquanto eu o chupava, ele caprichava na lambida lá embaixo; sabia exatamente onde tocar.
Do nada, ele parou tudo e sussurrou: — ‘Quero comer o seu cuzinho.’
Eu dei risada — aquela risada de quem sabe que o negócio ia ficar sério — e provoquei: — ‘Então vem.’
Coloquei a camisinha e ele pediu para me foder no chão. Eu sou uma casadinha obediente, né?

Me ajoelhei no tapete, senti a textura áspera nos meus joelhos e empinei bem. Ele veio por trás, firme.
Senti a cabecinha abrindo tudo devagar até entrar inteiro. Meus olhos chegavam a revirar! Eu ali, gemendo e rebolando, sentindo cada centímetro dele, com a bucetinha ensopada de desejo só pela pressão lá atrás.
Eu não aguentei e disparei: — ‘Minha buceta tá escorrendo por você.’

Ele me levantou com uma força que me surpreendeu e me encostou de costas na parede. Encaixou de novo no meu cuzinho e continuou metendo com força. A mão dele segurava a minha, dedos entrelaçados, a respiração pesada no meu pescoço… que loucura!
Eu me sentia completamente dominada.
Depois, me jogou na cama e veio na posição frango assado, me deixando totalmente exposta. Trocou a camisinha e encaixou na ppk, que já estava gritando por ele.
Ele estava todo suado, as gotas pingando em mim, e eu pedi: — ‘Mete bem no fundo… com força.’
Ele obedeceu direitinho, como todo bom safado. Comecei a me tocar ali mesmo, na frente dele. Senti o gozo vindo e foi aquela bagunça deliciosa: ele socando e eu me masturbando enlouquecida.
E ele? Ainda tirou da frente e colocou atrás de novo para finalizar! Estávamos alucinados, num sexo selvagem, até que gozei tão alto que achei que o prédio inteiro fosse ouvir.

Ficamos ali um tempo depois, corpos suados, dedos melados e a ppk pulsando.
Foi mais de uma hora de cuzinho muito bem dado e entrega total. E eu? Tô aqui pronta para escrever, porque esse homem não transa… ele devora a gente!
*Esta foi a primeira vez que escrevi sobre esse cliente delicioso que esteve aqui recentemente.*




