“Ele parecia tranquilo, meio misterioso… mas na hora H, sem frescura. Safado pra caramba.”
Começamos ainda na porta, com um beijo lento e gostoso, sentindo a boca um do outro.
Eu estava de vestido. O beijo foi me conduzindo até a sala, sem pausa, sem pressa. Enquanto ele tirava a roupa, passei a mão no pau dele antes de me deitar no sofá — só para olhar.
(Adoro ver vocês tirando a roupa.)
Comecei a me tocar.
Abaixei um pouco o vestido, deixando os peitos à mostra. Ele veio por cima, me beijando, segurando minha cintura, descendo pelo pescoço… e então a boca quente foi deslizando pelo meu corpo: coxas, pernas, até chegar aos pés.
Sim, ele beijou e lambeu meus pezinhos.
A língua macia, suave, deliciosa. Eu me arrepiava inteira, me tocando, sentindo a ppk já molhada, pulsando de tesão ali no sofá.
A boca dele subiu.
E logo a língua estava mergulhada em mim, me chupando com vontade, lambendo e sugando com fome. Que boca deliciosa. Depois de brincar bastante comigo, chegou a vez dele.
Ele se sentou no sofá.
Eu me ajoelhei.
Comecei a chupar com calma, fundo, gostoso, olhando direto nos olhos dele. Ele segurou meu cabelo enquanto eu descia a língua até as bolas, sugando devagar, sentindo ele se masturbar enquanto me observava, ofegante.
Até que veio o pedido:
— “Suga forte… eu gosto.”
Desejo ali vira ordem.
Engoli tudo, puxei com força, deixei a boca toda melada naquele pau grosso. As bolas grandes, rosadas, bem depiladas. Eu de quatro no tapete, empinadinha, com o cuzinho bem ali, à mostra — do jeito que ele gostava.
Ele passou os dedos no meu cuzinho, e eu rebolava pedindo mais.
Então ele disse:
— “Tenho um presente pra você.”
Aquilo me atiçou na hora.
Ele pegou a calça jogada ao lado do sofá, tirou uma caixinha… dentro, um plug anal com uma pedra rosa brilhante. Nunca tinha usado um. Achei excitante. Sorri, agradeci com o pau dele ainda na minha boca.
Ele completou, ofegante:
— “Seu cuzinho merece.”
E eu? Amei.

Fomos para o quarto. Um meia-nove gostoso, ele me chupando enquanto o dedinho brincava no meu cuzinho. Quando pedi pra colocar o plug, ele sorriu. Pegamos o lubrificante. Fiquei de quatro. Ele lambeu com cuidado antes de encaixar o plug rosinha ali, bem no meio do meu bumbum.
Pedi para ele me comer daquele jeitinho.
Coloquei a camisinha e fiquei exatamente naquela posição, pra ele ver o presente enquanto encaixava o pau na minha ppk. O pau era médio, mas muito grosso. Com o plug, parecia que minha bucetinha ia explodir. Uma pressão deliciosa.
Ele metia forte, fundo, com ritmo.

Falávamos besteirinhas um para o outro. Ele veio por cima, coladinho, e eu sussurrei:
— “Vai devagar… lá no fundo…”
O suor dele escorria em mim. Eu delirava, me masturbando enquanto ele me comia com firmeza. Gemia alto, pedindo mais.
Ele sussurrou:
— “Adoro seu jeito doce e safado. Adoro seu cheiro…”
Eu já estava no limite. Cada investida me levava mais longe.
Pedi:
— “Mais devagar… assim… ahhh…”
Até que eu disse:
— “Vou gozar, amor… vou gozaaaar!”
Gozei forte. Pernas tremendo, corpo pulsando. O plug saiu sozinho, de tanto que apertei. Ele me beijou na testa e sussurrou:
— “Gozamos juntos…”
Depois?
Carinho. Conversa. Calmaria.
Uma hora daquelas.
História real com um cliente maravilhoso.
Missão mais que cumprida.
Com tesão,
Sra. Red.




